quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Está na hora

Esqueça tudo o que você viu até agora. Experimente a INTROSPECÇÃO. Penetre as profundezas de sua alma e simplesmente ouça. Esteja atento para ouvir a VOZ DO SILÊNCIO. É ela que vem ao seu encontro, é ela que vai te socorrer na hora da aflição. Novos tempos de descobertas e revelações. É chegada a hora!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A nossa dependência

O ser humano é um prisioneiro de si mesmo. Tudo em nós é necessidade. Se estamos no mundo somos dependentes de nossas próprias necessidades, desejos, tendências, inclinações. Não existe libertação possível a não ser pela morte.
Eu meditava sobre isso e descobri que é através das nossas necessidades que a vida nos conduz rumo a um destino desconhecido mas pré-determinado. Aquele que nos precede está no comando. Somos todos dependentes químicos. Acredite nisso porque é a pura verdade.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Estar desperto

O despertar acontece quando menos esperamos, de repente, como um raio, a luz divina invade nossa alma e nos mostra a realidade das coisas. Um segundo depois e somos transformados. O mundo como o conhecíamos desaparece diante de nossos olhos e vemos a ilusão que nos cerca nua e crua. Cruel e fria esta nova realidade. O único caminho que nos resta é o da introspecção, o caminho interior, a senda do auto-conhecimento, solitária e às vezes perturbadora. Mas me sinto forte agora, sei que não estou só nesta jornada. Já chorei muitas vezes e hoje não choro mais. Aceitei a nova realidade e sei que este é um caminho sem volta. O despertar te arrebata do mundo. Como disse o mestre Jesus: " andar no mundo, sem ser deste mundo."

terça-feira, 3 de maio de 2011

OS CEGOS E O ELEFANTE

Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.

Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles que, de vez em quando, discutiam sobre qual seria o mais sábio.

Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:

- Somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí discutindo como se quisessem ganhar uma competição. Não aguento mais! Vou-me embora.

No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.

O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:

- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes...

- Que palermice! - disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. - Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra...

- Ambos se enganam - retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. - Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia...

- Vocês estão totalmente alucinados! - gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. - Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante...

- Vejam só! - Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! - irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. - Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.

E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.

Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tacteou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:

- É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!



(História do Folclore Hindu)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Uma investigação sobre a memória e o papel das emoções

A memória é inerente à Vida. A Vida constrói memórias. As memórias são as impressões da Vida. Ou seja, a memória é algo inerente ao ser humano dotado de emoções. As emoções criam memória e funcionam como um carimbo no cérebro humano. Por conseguinte, emoções são eventos que só ocorrem no corpo humano "vivo". A emoção é a força criadora de memórias no ser humano com vida. Emoção é um evento típico do organismo vivo. Logo, não é possível haver memória pré ou pós morte. Logicamente falando, não existe memória anterior ou posterior a morte. Morto não pode ter memória alguma e muito menos espírito desencarnado.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

DNA: o nosso código secreto

No dia 25 de Abril de 1953, dois cientistas mudaram a história da ciência ao publicar um trabalho de uma página em uma importante revista científica. Os dois cientistas eram James Watson e Francis Crick, que tinham feito uma incrível descoberta sobre a molécula de DNA. Nesta época, já se sabia que a molécula de DNA transporta as informações genéticas e se conhecia sua composição, porém ninguém nunca tinha sido capaz de desvendar a sua estrutura. E esse desafio foi vencido por Watson e Crick. Na verdade, Watson e Crick tinham coletado informações de estudos realizados por outros cientistas, como Maurice Wilkins e Rosalind Franklin, para propor a estrutura do DNA. Para muitos, Watson e Crick não tinham o direito de reivindicar para si aquela descoberta, já que usaram informações de estudos de outros cientistas. A comissão do prêmio Nobel levou isto em consideração e, em 1962, conferiu o Prêmio Nobel de Medicina a Watson, Crick e Wilkins, pela descoberta da estrutura do DNA. Rosalind Franklin já havia morrido. O fato é que a partir desta descoberta, a biologia nunca mais foi a mesma. Desde então iniciou-se uma ciência inteiramente nova, que possibilitou avanços e inovações nunca antes pensados.
O que é o DNA?
Em português, a sigla DNA significa ácido desoxirribonucléico. Mas este nome é muito complicado! O que importa é você saber que o DNA é uma molécula que existe dentro das células de todos os seres vivos, desde as bactérias, fungos e protozoários até os animais e plantas, e contém as informações necessárias para formar um ser vivo e para que ele possa se reproduzir. O DNA é como um código secreto de letras, que ao ser decifrado pela célula, produz os componentes que fazem parte do nosso corpo.
Não conseguimos ver uma molécula de DNA a olho nu. Para estudá-la precisamos utilizar técnicas e aparelhos específicos.
O DNA é formado por unidades menores chamadas nucleotídeos. Existem 4 tipos de nucleotídeos. A forma como esses nucleotídeos se arrumam é que faz com que os seres vivos sejam diferentes um dos outros. Para ficar mais fácil, veja um exemplo com as letras A, O, M, R. Com estas 4 letras podemos formar as palavras AMOR, ROMA, ORAM, MORA, RAMO. Se uma das letras puder ser repetida, podemos formar ainda as palavras MORRO e AMORA, por exemplo. Observe que usamos as mesmas letras, porém formamos palavras com significados diferentes. A mesma idéia pode ser aplicada para o DNA. Os 4 tipos de nucleotídeos se arrumam de diversas maneiras na molécula de DNA, formando os diferentes seres vivos...
Pouco mais de 50 anos se passaram desde a descoberta da estrutura do DNA, e hoje assistimos a um espantoso avanço nesta área de pesquisa. As discussões sobre o DNA estão em toda parte: clonagem, Projeto Genoma, alimentos transgênicos, testes de paternidades; são várias as aplicações desse novo conhecimento, que também levanta questões éticas fundamentais que os cientistas tentam responder.
http://www.cienciaviva.org.br/arquivo/cdebate/004dna/index.html

Em busca de nossa alma...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Outside

Aquilo que se apresenta do lado de fora não nos pertence e nem possui nenhum fundamento sólido de realidade. Talvez esteja lá ou não e ponto final. Não podemos ter a certeza de que realmente existe algo lá fora. Ao contrário, devemos buscar o único caminho possível, a INTROSPECÇÃO.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A gnose - caminho da libertação

O pensamento é uma singularidade que se manifesta no cérebro humano. E desta maneira, o Homem é uma espécie em evolução perante as demais raças terrestres porque tem plenas condições de alcançar o livramento do cárcere do plano físico-material, leia-se espaço-tempo, na medida em que progredir na senda do Autoconhecimento através da gnose.

sábado, 14 de agosto de 2010

A caixa

No filme A CAIXA a atriz Cameron Diaz vive uma professora casada com um engenheiro da NASA. O casal tem um filho e a chegada inesperada de uma caixa muda o destino da família para sempre.
A CAIXA mostra que a "experiência" somos nós. Imperdível e perturbador!



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Assim caminha a humanidade

O ego é dotado de um poder, de uma força criativa, conquista tardia da humanidade, a que chamamos VONTADE. (Carl Jung)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"O Livro Vermelho" de C.G. Jung

Inédito no Brasil e guardado durante décadas antes da primeira edição, o enigmático livro que está no centro da obra de Carl Gustav Jung (1875-1961) descreve a jornada interior do psicanalista suíço em busca do autoconhecimento.
"O Livro Vermelho" (assim chamado devido à cor da capa que cobria os originais deixados por Jung) é pontuado pela descrição de sonhos, fantasias e visões e foi concebido entre 1913 e 1930, como decorrência de um autoexperimento: o "confronto com o inconsciente".
"O espírito dessa época em mim queria muito conhecer a grandeza e amplidão do sentido supremo, mas não sua pequenez. Mas o espírito da profundeza venceu este orgulho, e eu tive de engolir o pequeno como um remédio da imortalidade", diz Jung.
A obra, escrita em alemão arcaico, é intercalada por imagens criadas pelo próprio psicanalista. "Minha linguagem é imperfeita. Não que eu queira brilhar com palavras, mas por incapacidade de encontrar aquelas palavras é que falo em imagem. Pois não posso pronunciar de outro modo as palavras da profundeza", escreve.
Editado pelo historiador junguiano Sonu Shamdasani, "O Livro Vermelho" (Vozes,Trad. Edgar Orth, Gentil A. Titton e Gustavo Barcellos, 372 págs., R$ 480) só foi publicado pela primeira vez em 2009, na Europa e nos EUA. A edição brasileira, bilíngue, traz o fac-símile do texto original manuscrito.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/764166-o-livro-vermelho-de-cg-jung-tem-pinturas-e-fac-simile-manuscritos.shtml

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Fim do mundo



Nenhum de 15 mil textos maias profetiza fim do mundo em 2012!

Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos, crença originada em escritos esotéricos da década de 1970, asseguraram fontes oficiais.

O diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya (Ajimaya) do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), Carlos Pallán, disse que só em dois deles há "duas inscrições" que falam em 2012, mas "só como o final do período".

Fonte: Arqueologia UOL

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/07/06/nenhum-de-15-mil-textos-maias-profetiza-fim-do-mundo-em-2012.jhtm

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Peça à Natureza para se tornar uno com ela e ela revelará seus segredos à você na justa medida em que esteja pronto para ouví-los.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Encruzilhada


Dias e dias de tormenta. De intermináveis dores e dúvidas que afligem minha alma. Cheguei ao portal do templo, estou parada e nada mais posso dizer. Nem uma palavra sequer. Não nos é permitido revelar nenhum segredo. Mas sinto-me triste ao pensar em meus irmãos de jornada e sei que tenho responsabilidade com aqueles que um dia inciaram tal missão. Preciso de sua ajuda mestre do meu coração! 

terça-feira, 29 de junho de 2010

A caminho da Revelação



Cada um de nós conhece a Verdade. Ela está dentro de nós à espera da descoberta.
Busque-a intensamente, fervorosamente, com determinação e ela se revelará.
Mas estejas, consciente, caro irmão, que ela não será doce como o mel...
Se tu és um buscador incansável, este é um caminho sem volta! Só os valentes e indomáveis podem percorrer o caminho do autoconhecimento.

sábado, 19 de junho de 2010

Pensando rumo ao autoconhecimento


Você caro irmão, andarilho neste mundo, precisa despertar! Este é um caminho sem volta. Solitário e insondável! Mas se é isso mesmo que o seu coração deseja, então PENSE! O pensar tem valor por si mesmo! Não se esqueça disso.

domingo, 23 de maio de 2010

O Conhecimento só para os escolhidos?


É chegado o momento da revelação e nem todos os seres humanos sobre a face da Terra estão preparados ou ouviram o chamado. O que acontecerá agora?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Experiência com AYAHUASCA

Vislumbre da ilusão do Eu




O trecho a seguir, de um livro de Alan Wallace, cabe como uma luva para o que pode acontecer em uma experiência enteógena:



A tradição budista tibetana aconselha a não penetrar na natureza do altruísmo antes que a mente esteja pronta. Se a mente não estiver adequadamente preparada, quando acontecer um vislumbre de insight sobre a profunda realidade do vazio da própria identidade, ele será experienciado como a perda de um tesouro muito querido.

Contudo, se a mente, primeiro, tiver sido cuidada com compaixão, então, quando houver um vislumbre da ausência de identidade pessoal, esse insight será vivenciado como a descoberta do mais precioso de todos os tesouros.

Se a realização do vazio é percebida como uma perda ou uma descoberta, depende do grau de preparação da pessoa. O insight no contexto da compaixão é uma descoberta maravilhosa. A sabedoria sem compaixão é escravidão -- o insight do vazio da identidade pessoal sem compaixão pode ser percebido como a perda do ser e levar ao terror.



B. Alan Wallace (EUA, 1950)


"Budismo com Atitude", cap. 2 (via blog Samsara)






Em sessões de ayahuasca, já me aconteceu de começar a me perder, de olhar para minhas memórias e não as reconhecer como minhas, de sentir a identidade começar a derreter, evaporar, de não saber mais quem -- ou o que -- eu era, no sentido de descobrir que aquilo que pensava ser "eu", isso é só uma camada insignificante.

Na primeira vez que isso aconteceu, senti uma confusão tão grande que entrei em pânico. E esse pânico foi puxando outros sentimentos como inquietação, aquele clássico questionamento "o que é que estou fazendo aqui?!!" -- típico de peia -- e raiva. Foi horrível!

Na segunda vez que passei por essa "despersonalização", anos depois, já estava mais familiarizado com os ensinamentos budistas sobre vacuidade, ilusão do eu, identidade verdadeira, natureza além do ego...


Pensei:

-- Pronto! Tá acontecendo de novo: perda do ego! Ótimo, vamos lá!

Os sintomas foram exatamente os mesmos da primeira vez. Mas o modo como reagi foi completamente outro. O resultado? A coisa mais gratificante, talvez, que já senti com ayahuasca.
Sim, realmente o ego é uma farsa. Há muito mais além do que aquilo que acreditava ser o "eu". E isso está em todo lugar, em todos, não só em mim! É isso que torna tudo possível. Inundação. Amor.
Mas acho que não vale muito a pena falar disso. Usar palavras para tentar descrever parece que estraga e modifica a memória da experiência. Deixa como está...

Coincidentemente ou não, o autor do trecho citado, Alan Wallace, é o professor de meditação de Myron J. Stolaroff, autor do artigo "Psicodélicos são úteis na prática do budismo?".




Fonte: www.enteogenos.org